Em uma fase de transformação, a discussão de ideias na empresa é um processo realizado pela gestão juntamente com a sua equipe. Elaborar novas estratégias, metas e atividades fazem parte dessa conversa. Porém, como uma alternativa ao Brainstorming, o Brainwriting é realizado de um forma silenciosa e anônima, podendo incluir mais pessoas nos processos criativos. Acompanhe, nesta matéria, como integrar essa ferramenta no seu negócio.
Nesse cenário, muitas pessoas não conseguem expor a sua criatividade por vergonha, pressão ou medo de julgamentos. Logo, incluir esse método agrada os colaboradores a se sentirem mais livres para contribuírem com opiniões mesmo os gestores não tendo uma ideia concreta de quem escreveu. Assim, tranquiliza certos indivíduos.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Nube - Estagiários e Aprendizes, com 44.555 respondentes, sobre o tema “A criatividade é uma característica procurada no mundo corporativo?", as opiniões são distintas. 88,69% concordaram com a ideia de todo profissional pensar em como inovar, para 7,47% depende, nem todos conseguiam ser criativos, 2,37% confirmaram, mas não possuíam boas ideias, 1,00% não concordaram e disseram existir outras qualidades mais importantes e, por fim, 0,47% para as suas profissões, não era necessário.
Para Rodrigo Lang, sócio-fundador da Human, grupo educacional focado em habilidades humanas e no desenvolvimento de líderes, esse método serve como uma oportunidade para dar voz a todos do grupo. “O brainwriting incentiva os participantes a escreverem suas sugestões de forma silenciosa e anônima. Isso reduz a ansiedade social e evita as vozes mais dominantes influenciarem no processo, assim, a contribuição é igual para todos”.
Como aplicar na rotina corporativa?
Segundo um estudo citado por Lang, quando essa técnica é aplicada em uma sessão de 30 minutos, mais de cem ideias são geradas. Esse método mostra a sua relevância na promoção da criatividade dentro das equipes. Além disso, ao contrário do Brainstorming, ele cria um ambiente inclusivo e permite mais liberdade às pessoas introvertidas.
Para agregar ao conjunto, seriam necessárias algumas conversas e iniciativas dos líderes. De acordo com Lang, essa ferramenta não requer muito recursos financeiros e é uma oportunidade de promover uma inclusão interna, assim todos se sentirão parte das estratégias da corporação. Fazer isso ser comum no mercado é um grande passo para o sucesso.
“Ela é a primeira técnica baseada no processo neurocientífico e favorece a divergência de aplicação das pessoas no dia a dia. Ao adotá-lo nas dinâmicas de grupo, as instituições podem experimentar uma troca mais leve e produtiva, promovendo um ambiente colaborativo, de valorização e contribuição de todos os membros do time”, finaliza Lang.
Quais os benefícios ele pode trazer para sua empresa?
Como já citado em alguns momentos, além de valorizar o senso criativo dos colaboradores, ele também auxilia na construção de um lugar mais saudável. Como por exemplo: produções de ideias mais diversificadas, menos ansiedade social e concorrência em uma reunião, otimização de tempo para realizar as tarefas e entre outros.
Com essa forma anônima, as organizações precisam ficar atentas a alguns riscos. Dentre eles, falta de interação social, dependência de habilidade escrita, risco de repetição e estrutura para organizar. Todavia, quando há um trabalho bem feito no geral, esses obstáculos podem ser derrubados para um melhor rendimento.
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