Diante dos desafios impostos em 2020 e 2021, os colégios criaram uma série de mecanismos para se adaptar com mais tranquilidade e proporcionar o aprendizado e cuidar da saúde mental de todos. As ações vão auxiliar no início de 2022, com as atividades presenciais cada vez mais comuns. Dessa forma, os estudantes, docentes e até estagiários e aprendizes, precisam estar preparados para esse momento.
O retorno ao presencial
Segundo a coordenadora do Colégio Bom Jesus, Isabel Marconcin, essa volta é positiva. “O retorno contribuiu não apenas para a aprendizagem, mas também para o desenvolvimento emocional e social. Poder partilhar vivências e experiências com os colegas de turma e professores, reforçou o valor e a importância de estarem na escola”, afirma Isabel.
De acordo com Isabel, foi necessário um planejamento para se adequar a essa nova realidade. “No decorrer do ano, as diferentes avaliações contribuíram para ampliar a percepção em relação ao desenvolvimento e de cada um, de modo a oferecer subsídios para essa programação”, explica.
Ações para o bem-estar dos alunos e colaboradores também são fundamentais. São formas simples e rápidas de regular a resposta do organismo ao estresse. Elas podem ser utilizadas antes de atividades avaliativas ou em outros momentos de ansiedade, para aliviar os sentimentos.
A coordenadora destaca um projeto com excelente receptividade na comunidade escolar: a Amorografia. Nele, o amor se caracteriza como prerrogativa das ações em todos os ambientes frequentados por discentes e familiares. “Também se constitui numa oportunidade de ampliar a convivência”, comenta Isabel.
Como escolher o melhor lugar para estudar?
Seja para você ou para matricular o filho, escolher uma instituição de ensino é um passo importante e exige pesquisa e reflexão. Mesmo com todas as mudanças devido ao contexto da Covid-19, deve-se considerar o passado e o presente do local. Afinal, não dá para excluir tudo já construído, mas também é necessário uma boa adaptação ao novo momento.
Além disso, na hora de fazer a seleção, é preciso ser atencioso com alguns pontos. Entre os aspectos a serem considerados, alguns são primordiais. Fatores como localização, preço e espaço são relevantes, mas há outras informações para serem avaliadas. “A proposta pedagógica, a formação da equipe de educadores e os valores defendidos são critérios fundamentais para se ter bons resultados no processo”, explica o diretor da Escola Champagnat, Gleison Gomes Pimentel.
Para ele, também é preciso pensar se a personalidade do indivíduo se adequa ao projeto, afinal, trata-se de um espaço onde elas irão dedicar boa parte do dia. “Deve-se sentir total confiança”, pontua. Dessa forma, Pimentel cita alguns pontos para serem considerados:
Não foque somente na estrutura física: é essencial conhecer o currículo. A abordagem da religião, formação humana, entre outros pontos.
Procure saber sobre inteligência emocional: oferecer bons conteúdos é o mínimo. Contudo, uma habilidade a se preocupar é a inteligência emocional. Por isso, procure saber como é trabalhado esse aspecto.
Considere como a escola se adaptou ao ensino digital: com a pandemia, o ensino remoto e híbrido se tornou uma realidade. Avalie como foi esse ajuste.
Verifique como a escola media conflitos: conferir como é o tratamento de conflitos também é interessante, pois no dia a dia podem surgir essas situações.
Não se esqueça de valorizar a qualidade de ensino: avaliar a parte pedagógica, especialmente a do seu segmento, é essencial para escolher onde você terá sua formação.
Portanto, pesquise bem antes de tomar essa decisão tão crucial para o seu futuro. Trata-se de um passo enorme para a sua carreira. Caso você esteja em busca de uma oportunidade de estágio ou jovem aprendiz, acesse o nosso painel de vagas.